Pequenos Tubos de Carbono

São mais fortes que o aço e mais altos que o “Empire State Building” (bem, falando relativamente). Foram descobertos num monte de borra negra, não exatamente por acidente, mas bem perto disso. Que são essas coisas? Nanotubos de carbono e foram descobertos em 1991 por cientistas na NEC. Nanotubos de carbono são minúsculos tubos feitos de carbono. Só carbono, nada mais. São similares ao grafite (o material que você encontra nos lápis) e se você pode imaginar, uma folha de grafite que foi enrolada na forma de um tubo. Para fazer nanotubos, você precisa de metano, um gás, e altas temperaturas usando metano. O início do “crescimento” quando você adiciona um pequeno pedaço de metal chamado um catalisador. certas condições, você pode conseguir um único tubo que tem cerca de 2 nanômetros de diâmetro.

Nanotubos de carbono parecem-se com tela de galinheiro, hexágonos (seis lados) feitos de átomos de carbono. Eles são interessantes porque podem fazer coisas impressionantes. São fortes, muito fortes, cerca de 100 vezes mais forte que o aço. E cientistas sonham assim que podemos ser capazes de usar nanotubos de carbono para construir um elevador espacial.Para fazer isso seria necessário cabo torcido com nanotubos de carbono que fosse engatado numa ponta a um satélite e a outra à Terra. Assim em vez de um míssil você sozinho se elevaria ao espaço. Mas o interesse real em nanotubos é porque eles podem atuar como semicondutores. Semicondutores são materiais que sob certas condições conduzem elétrons e sob outras condições agem como isoladores. Podemos usar semicondutores para construir transistores, minúsculos interruptores (comutadores) que “ligam” e “desligam” por meio de elétrons. Assim, imagine um transistor que mede 2 nanômetros. Em computadores, nos dias de hoje, transistores medem cerca de 100 nanômetros. Em teoria, você poderia ser capaz de empacotar cerca de cinqüenta vezes mais transistores no microprocessador do computador. Bem, você poderia, se fosse capaz de resolver como usar nanotubos de carbono. Mas nanotubos de carbono são realmente difíceis de controlar e porque são tão pequenos torna-se de fato árduo manejá-los. Desse modo, cientistas usam as finas pontas dos microscópios de força atômica para movimentá-los e colocá-los onde querem. É lento, mas funciona.

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